A EQUIPA

António Pedro

Desenvolve a sua actividade entre a música, o cinema e as artes performativas, tentando aprofundar a relação entre imagem e som.   ///   Apresenta-se ao vivo com “Sopa nuvem – um thriller gastronómico” (prémio MOMIX 2014), “Filmes Pedidos” e “Poemas para Bocas Pequenas”, projeto editado pela BOCA e presente no catálogo White Ravens 2016.   ///   Como pedagogo colabora com a Fundação Calouste Gulbenkian, CCB/Fábrica das Artes, Artemrede.   ///   Co-realizou com Ivo M. Ferreira “O homem da bicicleta – Diário de Macau” (prémio Melhor Documentário nos Caminhos do Cinema Português 1999). Realizou, “Filme-Aperitivo”, “Pequeno Grande C” e o videoclip “Truz-Truz”.   ///   Apresenta regularmente o seu trabalho em Portugal, França, Espanha, Itália, Bélgica, Alemanha, Brasil, Sérvia-Montenegro, Irlanda, País de Gales, Macau e Moçambique.   ///   Para além do seu trabalho autoral, colabora regularmente com outros criadores, compondo para filmes de Ivo M. Ferreira, Margarida Leitão, Edgar Medina e Leonor Noivo e espetáculos de Filipa Francisco, Vera Mantero, Caroline Bergeron, Cie Sac a Dos, O Bando ou Teatro Meridional.   ///   Tocou e gravou com João Afonso, Camané, Clara Andermatt, Sílvia Real, João Lucas, Fernando Mota ou Artistas Unidos.   ///   É codiretor da Companhia Caótica, onde procura interligar cinema, música e artes cénicas.

Caroline Bergeron

Em Portugal desde 2005, encena regularmente para a Companhia Ópera do Castelo de Catarina Molder, cria vários espectáculos e oficinas na Companhia Caótica onde mistura artes plásticas, teatro, marionetas. Nela criou ou encenou King Pai, Sopa Nuvem, Na Barriga, A Grande Invasão.   ///   Foi co-diretora do Tof Théâtre (Bélgica) durante 10 anos, onde foi co-autora e atriz em Camping Sauvage, Cabane e Patraque.   ///   Co-autora de Criatura e Petit Bazar Érotik co-produzido “Les Halles de la Villette” (Paris), Foi coordenadora do 3º ano do curso da EPAOE no Chapitô e des envolve actividade pedagógica em teatro de objectos e sem palavras, colaborando com o serviço educativo da Culturgest, CCB/Fábrica das Artes, entre outros.   ///   Encenou recentemente La Compagnie de L’Echélle (França), fez curadoria do Festival À grande e à Francesa em Viseu e é directora do Festival para a Infância da Companhia Caótica, em Loulé, onde co-organizou dois Encontros Internacionais sobre Criação e Programação para a Infância (2015 e 2016).   ///   As suas criações receberam os prémios Pierre Thonon, Prix du ministre des Arts et des Lettres de la Communauté Française de Belgique, Coup de Foudre da imprensa Belga, prix de la ville de Huy, Grand Prix du Jury du Festival International de la Marionnette de Cannes, Aplaudiment FAD Sebastia Gash 2002 no Festival Internacional da Marioneta em Barcelona, MOMIX 2014 e Coup de Coeur do Festival Ourceanie 2014.

Caótica vem do caos, o início do mundo onde tudo estava junto e presente.

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